Considerada uma atividade econômica registrada pelo CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) e monitorada pela CONCLA (Comissão Nacional de Classificação), a industrialização de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos, peças e acessórios (registrada pelo código 2865-8/00) abrange segmentos como por exemplo:

– A fabricação de máquinas e aparelhos para a indústria de celulose, papel, papel-cartão e papelão, como despolpadeiras, cozinhadores, clarificadores, entre outros.

– A fabricação de maquinários para a indústria de artefatos de papel e cartonagem, como tesourões e guilhotinas.

– A instalação, manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos, quando executadas pela unidade fabricante.

E para qualquer um desses setores, esses equipamentos contam também com o uso de chapas de aço, como por exemplo as perfuradas, além de outras opções chapas de açocomo as expandidas e recalcadas.

A importância do setor

A união das três empresas, distribuídas entre o setor de celulose, de papéis e artefatos, formam a cadeia produtiva de celulose e papel.

Somadas às florestas, ao setor de editoração e gráfica, aço e distribuidores vinculados, todas elas compõem a cadeia produtiva de celulose e papel, cujas vendas são voltadas principalmente para os mercados domésticos e externos, e a produção no país ultrapassa o valor de R$ 48 bilhões, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No caso do consumo nacional dos produtos siderúrgicos, o crescimento segue o mesmo ritmo, registrando no mês de agosto uma alta de 11,4%, que representou o acúmulo de 1,9 milhão de toneladas.

Ou seja, o conjunto de todos essa cadeia de maquinários impulsiona a economia do país e mantém a estabilidade necessária para o desenvolvimento esperado.